A ANAHT vem realizando várias assessorias para o credenciamento junto ao Ministério da Agricultura, acompanhe abaixo como funciona esse processo.
ANÁLISE DO NEGÓCIO
A ANAHT realiza um estudo de viabilidade técnica e econômica, fornecendo informações primordiais para a escolha do melhor equipamento que atenda as necessidades específicas de cada empresa, indicando inclusive o tipo de tratamento (KD-HT ou HT) ideal. Auxiliando também na busca de alternativas financeiras para a implementação do projeto, como financiamento junto ao BNDES.
Tenha a certeza que este projeto é viável tanto para pequenas quanto médias e grandes empresas.
DOCUMENTAÇÃO
Existe uma série de documentos requisitados para o credenciamento(conforme IN-12), e reunir todos eles exige tempo, esforço e dedicação.
Com a experiência e profissionalismo da ANAHT, sua empresa ganha agilidade nesta etapa que geralmente é a mais demorada de todas.
Todo o acompanhamento do processo é feito através de sistema acessado no site da ANAHT, onde todas as informações são registradas e disponibilizadas para todos os usuários interessados.
PRÉ-VISTORIA ANAHT
Com a documentação em dia, um consultor da ANAHT se desloca até sua empresa para realizar uma pré-vistoria e também uma capacitação técnica sobre todas as implicações relacionadas com o processo térmico(KD-HT ou HT) para todos os envolvidos: controle produtivo, operador, engenheiro, administrativo, comercial.
VISTORIA MAPA
Toda a documentação é devidamente organizada gerando um processo que é encaminhado para o Ministério da Agricultura do Estado, que analisará o mesmo agendando com a empresa a vistoria oficial. Em seguida o processo é encaminhado diretamente ao Ministério da Agricultura em Brasília.
DIÁRIO OFICIAL - BRASÍLIA
Em Brasília, o processo é novamente analisado e revisado, sendo posteriormente publicado no Diário Oficial, onde já constará o número de registro da empresa solicitante que receberá um certificado oficial do Ministério da Agricultura e da ANAHT.
A ANAHT tem fortalecido cada vez mais a representatividade do setor madeireiro junto aos órgãos responsáveis pela implementação da Norma Internacional de Medidas Fitossanitárias (NIMF 15). E como estamos passando por uma fase em que as normas brasileiras não estão completamente adequadas a realidade dos produtores de madeira e embalagem que realizam o tratamento em suas próprias unidades fabris, é extremamente importante poder contar com uma entidade que reivindique os interesses em comum.